Quem faz o quê: a companhia aérea e o transfer
Esta é a divisão que mais confunde os viajantes, por isso vem primeiro. Dentro do terminal — da porta do avião até à imigração, à recolha de bagagem e à alfândega — a assistência à mobilidade pertence à companhia aérea. Todas as companhias regulares que voam para o PUJ oferecem serviço de cadeira de rodas gratuito, mas tem de ser pedido com antecedência: adicione-o à sua reserva no site da companhia ou por telefone, idealmente pelo menos 48 horas antes da partida, e confirme novamente no check-in.
O transfer começa onde termina a responsabilidade da companhia: na saída das chegadas. A partir daí o motorista assume — a bagagem, a cadeira dobrada e o caminho até ao carro. Não há intervalo entre os dois: o assistente da companhia leva-o até à mesma saída onde o nosso motorista já espera com a sua placa.
Para o voo de regresso aplica-se a mesma divisão ao contrário. Deixamo-lo no passeio das partidas, e o serviço de cadeira de rodas da companhia leva-o do balcão de check-in à porta de embarque. Peça-o novamente à companhia para a etapa de regresso — não é transferido automaticamente.
O que nos informar ao reservar
Três detalhes transformam a recolha em rotina em vez de improviso: o tipo de equipamento (cadeira de rodas manual dobrável, cadeira elétrica, scooter de mobilidade, andarilho ou bengala), as suas medidas e peso aproximado, e se o viajante consegue passar da cadeira para um banco normal de carro. Os dois primeiros decidem o veículo; o terceiro decide quanto tempo e ajuda planear junto ao passeio.
Envie-os com a reserva ou numa mensagem de WhatsApp depois. Uma foto do equipamento ao lado de uma mala diz mais à central do que um nome de modelo — o que importa é se a cadeira dobra por completo e quanto espaço ocupa dobrada.
Se alguém do grupo precisar de mais tempo junto ao veículo — uma passagem lenta para o banco, um andarilho que é carregado por último, um pai idoso que não deve ser apressado — diga-o na mesma mensagem. O motorista planeia a paragem de forma diferente quando sabe, e ninguém fica a ver uma fila formar-se atrás do carro.
Qual veículo é adequado
Como regra prática: uma bengala, um andarilho ou uma cadeira de rodas manual dobrável cabem em qualquer veículo que operamos, incluindo um sedan standard. Duas cadeiras dobráveis, ou uma cadeira mais várias malas grandes, pertencem ao SUV. Uma scooter de mobilidade ou qualquer equipamento que não dobra é normalmente um caso de van, porque precisa de espaço de piso e não de bagageira.
As cadeiras elétricas são o único caso em que não adivinhamos. Não dobram, são pesadas, e a resposta honesta depende do modelo: envie as medidas e o peso por WhatsApp antes de reservar, e confirmamos por escrito qual veículo atribuímos. A nossa frota não inclui veículos com plataforma elevatória nem rampa — o viajante precisa de conseguir passar para um banco normal com a ajuda do motorista.
A atribuição de veículos segue a mesma lista de preços dos upgrades por bagagem — os preços por veículo e por zona estão na página de preços, e a lógica da van é a mesma descrita no guia de grupos e bagagem. A cadeira de rodas em si nunca acrescenta uma taxa; apenas a classe do veículo pode mudar o preço.
Nas chegadas do PUJ
O assistente de cadeira de rodas da companhia fica consigo durante a imigração, a recolha de bagagem e a alfândega, exatamente onde a ajuda com as filas mais importa. Os terminais do PUJ são ao ar livre e quase nivelados, e tanto o Terminal A como o Terminal B saem para o mesmo tipo de zona de chegadas — o percurso é curto e não há escadas na rota de chegada.
Na saída da alfândega acontece a passagem de testemunho: o assistente da companhia acompanha-o até fora, o motorista espera com a placa com o seu nome, e a partir daí levamos nós a bagagem e a cadeira dobrada. Nada no ponto de encontro muda por causa de um equipamento de mobilidade — a rotina é a mesma descrita no guia para encontrar o seu motorista.
Leve o minuto de que precisar junto ao carro. Se o viajante quiser sentar-se antes de as malas serem carregadas, ou a passagem para o banco levar tempo, é normal e o motorista conta com isso. A zona de estacionamento fica a um caminho curto e plano da saída, e o carro aproxima-se do ponto mais perto possível quando há uma cadeira de rodas envolvida.
O regresso ao aeroporto
O regresso funciona exatamente como qualquer outra recolha de volta: a hora é confirmada por WhatsApp na véspera, o motorista encontra-o no lobby do resort ou na portaria do condomínio, e o veículo já está atribuído conforme o equipamento que nos comunicou. A margem de partida da sua zona não muda, mas avise a central se for provável um embarque mais lento e acrescentamos tempo do nosso lado, em vez de o deixar a olhar para o relógio.
Tenha a cadeira ou o andarilho prontos no lobby antes da hora da recolha, e mencione ao pessoal das bagagens que o motorista o vai carregar — o pessoal do resort está habituado à rotina e poupa o minuto embaraçoso junto ao carro.
Nas partidas do PUJ o motorista descarrega no passeio junto ao balcão da sua companhia, e o serviço de cadeira de rodas da companhia continua a partir do check-in. Se o seu voo de partida mudar, responda na mesma conversa de WhatsApp — a central reajusta a hora da recolha e a atribuição do veículo mantém-se.
Resorts, villas e degraus
Os grandes resorts da faixa de Bávaro e de Cap Cana são construídos para acesso sem degraus — rampas, elevadores e lobbies acessíveis a cadeiras de rodas são a norma. Os sítios que precisam de uma nota na reserva são as villas e os alojamentos mais pequenos: alguns condomínios têm degraus à entrada, caminhos de cascalho ou um longo trajeto da portaria até à porta. Diga-nos o nome do condomínio e tudo o que souber sobre o acesso, e o motorista planeia o ponto de desembarque mais próximo que a propriedade permite.
Condomínios fechados como Cap Cana e Puntacana Resort aplicam as mesmas regras na portaria com cadeira de rodas como sem ela — o nome da reserva faz subir a cancela. O guia de recolha em villas cobre a rotina da portaria em detalhe.
Para tudo o que não está coberto aqui, o WhatsApp +1 849 377 5889 chega diretamente à central de despacho. Uma mensagem com o equipamento, o número do voo e o alojamento chega para tornar as duas direções rotina.
Envie o seu voo e receba o preço por escrito
Nome do hotel, número do voo, data e quantas pessoas são. Respondemos com o preço fixo, fazemos o acompanhamento do voo e recebemos você nas chegadas com uma placa com o nome. Pagamento ao motorista na chegada.
Reservar no WhatsAppPerguntas frequentes sobre este tema
- A cadeira de rodas custa extra no transfer?
- Não. O transfer é cobrado por veículo, não por passageiro, e uma cadeira de rodas dobrável, um andarilho ou uma bengala viajam sem custo extra. A única coisa que pode mudar o preço é a classe do veículo — um equipamento que não dobra e precisa da van é cotado como van.
- O motorista ajuda-me a entrar no carro?
- Sim. O motorista ajuda na passagem para o banco e carrega a cadeira dobrada ou o andarilho. Os nossos veículos não têm plataformas elevatórias nem rampas, por isso o viajante precisa de conseguir passar para um banco normal com ajuda.
- Uma cadeira elétrica ou scooter de mobilidade cabe?
- Depende do modelo, porque cadeiras elétricas e scooters não dobram. Envie as medidas e o peso por WhatsApp para +1 849 377 5889 antes de reservar e confirmamos por escrito qual veículo atribuímos — normalmente a van.
- Quem empurra a cadeira de rodas dentro do aeroporto?
- A companhia aérea, não o transfer. A assistência em cadeira de rodas da porta do avião até à saída das chegadas — e do check-in à porta de embarque no regresso — é um serviço gratuito da sua companhia aérea. Peça-a ao reservar o voo, idealmente pelo menos 48 horas antes, e confirme no check-in.
- Posso reservar para um pai idoso que anda devagar mas não usa cadeira de rodas?
- Sim, e não precisa de nenhum acordo especial connosco — basta mencioná-lo na reserva para que o motorista preveja mais tempo nas duas pontas. Se andar pelo terminal é a parte difícil, peça o serviço de cadeira de rodas da companhia para a parte do aeroporto; o nosso motorista recebe-o na mesma saída de sempre.
- E a viagem de regresso ao aeroporto?
- A mesma rotina ao contrário. A hora da recolha é confirmada por WhatsApp na véspera, o motorista carrega o equipamento no lobby ou na portaria, e no PUJ o serviço de cadeira de rodas da companhia toma conta a partir do balcão de check-in — peça-o também à companhia para a etapa de partida.